Sinceramente? Quem nunca pensou em algo fora dos padrões sexuais que atire a primeira pedra. Esta é a verdade: se você se mantém restrito, em toda a sua criatividade na cama, ao papai-e-mamãe, você precisa rever drasticamente seus conceitos.
A primeira dose de sinceridade: sexo é vida. Sexo é amoral, é acristão, é atemporal... Nosso corpo foi feito para dormir, correr, pular e – acredite se quiser – trepar (e trepar muito). O problema são as raízes morais que este trepar muito ocasiona. Quantas vezes, na história da humanidade, virou pecado ou crime alguém pular ou correr?
A primeira dose de sinceridade: sexo é vida. Sexo é amoral, é acristão, é atemporal... Nosso corpo foi feito para dormir, correr, pular e – acredite se quiser – trepar (e trepar muito). O problema são as raízes morais que este trepar muito ocasiona. Quantas vezes, na história da humanidade, virou pecado ou crime alguém pular ou correr?
Nenhuma. Então abra suas pernas quando lhe der tesão, pense numa posição sexual nova e ousada com seu parceiro, peça pra ele te chamar de cachorra e te comer de quatro ou fale que quer comê-la enquanto a vê chupando outra mulher – a reação mais comum vai ser um olhar de repressão seguido de uma pergunta: “onde você aprendeu isso? “. Ou a afirmação, caso tenha sido a mulher que se “excedeu”: “não namoro puta” – que também variar para: “sua puta”.
Liberte-se, este blog trata-se disso. De buscar a liberdade, de buscar o autoconhecimento através do instrumento que carrega o que você tem de mais importante: sua alma. O corpo é um templo, é um canal de comunicação com o que você possui internamente e não há nenhuma experiência mais extrema, mais completa e mais vivificadora ao corpo do que o sexo – não aquela rapidinha tosca, mas o sexo completo, sublime, o sexo sem amarras, o sexo em que o orgasmo é o mínimo de prazer e a sensação de estar libertando-se do corpo, o máximo.
A segunda dose de sinceridade é que, sendo homem eu admito: nós conhecemos pouco as mulheres, e pensamos que somos nós a fonte de atrevimento e luxúria do que se desenrola na cama – ledo engano.
A segunda dose de sinceridade é que, sendo homem eu admito: nós conhecemos pouco as mulheres, e pensamos que somos nós a fonte de atrevimento e luxúria do que se desenrola na cama – ledo engano.
A verdade é que a maioria das mulheres já pensou em algo diversificado: parceiros, posições, lugares... Os devaneios da Luxúria te levam simplesmente longe. E eu não sabia disso até conhecer Ana.
Achava que o ménage era restrito ao universo masculino, igualmente para as orgias, o bondage e todas as fantasias mais perniciosas do mundo... Poderia divagar horas aqui tudo o que já pensei em sacanagem, mas fica pra mais tarde. Poderia também tentar explicar o porquê das mulheres pensarem ou sentirem mais desejo que nós – um desejo diferente por sua sutileza, mas nada dócil, eu diria.
A verdade é que toda essa história começa com uma conversa nossa normal, mas na qual surge uma revelação em um dado momento: ela já havia pensado em ménage. Ali, naquela hora, me senti igual, senti que teria uma parceira para uma liberdade que tanto buscava.
Começamos a falar de ménage, orgias e comportamentos iguais, daí pra frente não paramos, não só de conversar, mas também de realizá-los.
A questão é: se você chegou aqui é por que de alguma forma deseja isso, ou por que realiza mentalmente ou por que tem alguém especial na sua vida ou por que simplesmente não há porquês. Em relação a realizar essa lascívia sua, nós temos o como, nós temos o porquê, nós temos a realização. Mas por hoje, só depois continua...
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